quinta-feira, 15 de maio de 2014

Atividade de Artes - 8º B - Entregar até dia 22/05 na Secretaria

Atividade de Sociologia do 2º Ano B - Cap. 7

TEXTO AO 2º ANO B
P.S.: Essa atividade é para ser entregue até dia 22/05 (quinta -feira) na secretária.
ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL -

A estratificação social indica a existência de diferenças, de desigualdades entre pessoas de uma determinada sociedade. Ela indica a existência de grupos de pessoas que ocupam posições diferentes.
São três os principais tipos de estratificação social:
      Estratificação econômica: baseada na posse de bens materiais, fazendo com que haja pessoas ricas, pobres e em situação intermediária;
Estratificação política: baseada na situação de mando na sociedade (grupos que têm e grupos que não têm poder);
Estratificação profissional: baseada nos diferentes graus de importância atribuídos a cada profissional pela sociedade. Por exemplo, em nossa sociedade valorizamos muito mais a profissão de advogado do que a profissão de pedreiro.
A estratificação social é a separação da sociedade em grupos de indivíduos que apresentam características parecidas, como por exemplo: negros, brancos, católicos, protestantes, homem, mulher, pobres, ricos, etc.
A estratificação é fruto das desigualdades sociais, ou seja, existe estratificação porque existem desigualdades.
Podemos perceber a desigualdade em diversas áreas:
Oportunidade de trabalho
Cultura / lazer
Acesso aos meios de informação
Acesso à educação
Gênero (homem/mulher)
Raça
Religião
Economia (rico/pobre)

A estratificação social esteve presente em todas as épocas: desde os primeiros grupos de indivíduos (homens das cavernas) até nossos tempos. Ela apenas mudou de forma, de intensidade, de causas.
A Revolução Industrial e a transformação dos sistemas econômicos contribuíram para que as questões sobre a desigualdade social fossem melhor visualizadas, discutidas e percebidas, principalmente depois do advento do capitalismo, tornando-as mais evidentes. Umas das características fundamentais que distingue nossa sociedade das antigas é a possibilidade de mobilidade social.
Diferentemente da sociedade medieval na qual quem nascesse servo, morreria servo, e na qual não era possível lutar por direitos e por uma oportunidade de mudar de classe. Na sociedade ocidental contemporânea, por exemplo, isto já é possível, e a mobilidade social se dá especialmente como consequência dos investimentos em educação, dos investimentos de formação e capacitação para o trabalho, que podem vir tanto do Estado quanto da própria iniciativa social. Em muitas ocasiões, a mobilidade social pode ser reivindicada por meio de movimentos sociais que, em sua maioria, reivindicam legitimidade diante da posição marginal de poder em que se encontram na sociedade.

ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL, MOBILIDADE SOCIAL E DESIGUALDADE SOCIAL

As desigualdades sociais são nitidamente perceptíveis no nosso cotidiano. Basta sairmos às ruas para notar, de um lado, Uma grande massa de pessoas que, embora diferentes entre si, revelam certa semelhança e, de outro, uma minoria que se destaca claramente da grande massa.
 Essas diferenças aparecem, num primeiro plano, vinculadas às coisas materiais, ou seja, à roupa que se usa, ao modo de se locomover a pé ou de carro, etc. Mas existem outras desigualdades
que não se expressam tão claramente: as que estão relacionadas com a religião, com os conhecimentos, profissões, com o sexo ou a raça.

ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL

l. As castas
O sistema de castas é uma das formas específicas de
organização social em muitos lugares e tempos. No mundo antigo, temos uma série de exemplos da organização em castas (Grécia, China,
etc.). Mas é na índia que, temos a expressão mais acabada desse sistema. Desde há muito, a Índia se organizou em um sistema de castas, em que a hierarquização se dá com base na hereditariedade e
nas profissões. Esse sistema é muito rígido e fechado
Pode-se esquematizar a estratificação social indiana pela seguinte pirâmide social de casta:
• brâmanes, sacerdotes e mestres da erudição sacra. A eles compete preservar a ordem social sob a orientação divina.
• xátrias, guerreiros que formam a aristocracia militar; entre eles estão governantes de origem principesca, que têm a função de proteger a ordem social e o sagrado saber.
• váixás, a terceira grande casta, são os comerciantes, os artesãos, os camponeses.
• sudras executam os trabalhos manuais e as ocupações servis de toda espécie e constituem a casta mais baixa; é seu dever servir pacificamente às três castas superiores.

• parías (abaixo da pirâmide social), grupo de miseráveis, sem direito a quaisquer privilégios, sem profissão definida e que só inspiram asco e
repugnância às demais castas; vivem da piedade alheia; por serem considerados impuros, não podem banhar-se no rio Ganges (o que é permitido às outras castas), nem ler os Vedas, que são os livros Sagrados
dos hindus. Os párias aceitam o seu lugar na sociedade e se conformam com a imutabilidade de sua situação (por mais desprezível e inferior que
seja) por acreditar na transmigração da alma, isto é, acreditam numa outra vida, em que poderão ocupar uma posição social melhor.
O sistema de castas caracteriza-se por relações muito estanques, e a posição dos indivíduos é definida pela herança, isto é, quem nasce numa
casta não tem como sair dela e passar para outra.  Não há mobilidade nesse sistema.
Assim, a hereditariedade (transmissão da situação),a endogamia (casamentos só no interior da casta),  além da questão da alimentação (as
pessoas só podem se alimentar junto com os membros da sua própria casta e
com alimentos recomendados e preparados por ela mesma) e do fato de não  poder haver contato físico entre membros das castas inferiores e superiores,
são os elementos mais visíveis dessa relação.
Entretanto, há uma mudança. E isso acontece também no sistema de castas. Alguns costumes, os ritos e as crenças dos brâmanes, por exemplo, são adotados pelas castas inferiores.
Com a urbanização e a industrialização crescentes, e com a introdução de padrões comportamentais ocidentalizados, tem levado elementos oriundos de castas diferentes, os xátrias, os vaixás, a saírem da índia para negociar, assim eles não são vistos como pertencente a uma
casta determinada, mas, com um indivíduo em negócio ou um diplomata.
O sistema de castas indiano sofreu algumas mudanças, e atualmente, em que a questão da riqueza não tem uma relação direta
com a casta na qual se está inserido. Assim, um indivíduo de uma casta inferior pode ter muitas posses, mas esses bens não o introduzem numa casta superior nem lhe dão maior autoridade
dentro do sistema de castas, embora confira poder econômico, trazendo-lhe outra forma de distinção(fora).
                No final do século XX, os grandes centros, principalmente Nova Délhi e Calcutá, a abolição desse sistema vem sendo processada gradativamente. Entretanto, ele ainda é rígido nas aldeias. Por influência da religião, o sistema de castas está arraigado no íntimo de cada hindu, sendo difícil desmontá-lo.
Em teoria, o sistema de castas foi abolido oficialmente no país em 1947. Basta, porém, andar pela Índia para constatar que o decreto de 1947 nada significa socialmente. A lei das castas sociais persiste. Os
indianos das castas superiores não aceitam perder o privilégio, submetendo os parias aos empregos mais subalternos, como limpadores de fossas e lavadores de cadáveres.

2. OS ESTAMENTOS OU ESTADOS

Estamentos ou estado é uma camada social semelhante à casta, porém mais aberta. Na sociedade estamental a mobilidade social vertical
ascendente é difícil, mas não impossível como na sociedade de castas.
Na sociedade feudal os indivíduos só muito raramente conseguiam ascender socialmente. Essa ascensão era possível em alguns casos: quando a Igreja recrutava, em certas ocasiões, seus membros
entre os mais pobres; quando os servos eram emancipados por seus senhores; caso o rei conferisse um título de nobreza a um homem do
povo; ou, ainda, se a filha de um rico comerciante se casasse com um nobre, tornando-se, assim, também membro da aristocracia.
Eram situações difíceis de acontecer; normalmente as pessoas permaneciam no
estamento em que haviam nascido.
A pirâmide social do estamento durante o feudalismo apresentava-se da seguinte maneira: (l. nobreza a alto clero, 2.comerciantes, adesões e baixo clero, 3.servos)
A possibilidade de mobilidade de um estamento para outro existia, mas era muito controlada, ainda que factível - alguns
chegaram a conseguir títulos de nobreza, o que, no entanto, não significava obter o bem maior, que era a terra. Ela era à base de toda riqueza e poder na sociedade feudal, tornando os indivíduos livres e
poderosos. A propriedade da terra definia o prestígio e poder dos indivíduos. Os que não a possuíam eram dependentes, econômica e politicamente, além de socialmente inferiores.
O que explica, entretanto, a relação entre os estamentos é sempre uma relação de reciprocidade. No caso da sociedade feudal, existia sempre uma série de obrigações dos servos para com os senhores (trabalho) e destes para com os servos (proteção), inda que camponeses e servos estivessem sempre em situação de inferioridade.
Sem nenhuma dúvida, a organização social baseada em estamentos também produz, como na sociedade de castas, uma situação de privilégio para alguns indivíduos. No caso da sociedade
estamental, os privilégios estavam diretamente ligados à honra e a terra.
Aqueles que dominavam (a nobreza e o clero) eram os que se situavam melhor no código de honrarias que vigorava naquela sociedade.

3. AS CLASSES SOCIAIS

As classes sociais expressam, no sentido mais preciso, a forma como as desigualdades se estruturam nas sociedades capitalistas.
KarI Marx foi quem procurou colocar no centro de sua análise a questão das classes. Para ele, dependendo de cada situação histórica, pode-se
encontrar muitas classes no interior dessas sociedades. Entretanto, pelo fato de serem capitalistas, isto é, de serem regidas por relações em que o capital e o trabalho assalariado são dominantes, em que a propriedade privada é o fundamento e o bem maior a ser preservado, pode-se afirmar que existem duas classes fundamentais a burguesia (que personifica o capital) e o proletariado (que personifica o trabalho assalariado).
Essa desigualdade se explica porque são diferentes as relações que as pessoas mantêm com os elementos de produção (trabalho e meios
de produção). O prestígio social está associado às relações entre as pessoas e os elementos da produção: os proprietários dos meios de
produção sempre gozam de maior prestígio social do que os trabalhadores.

MOBILIDADE SOCIAL

Mobilidade social é a mudança de posição social de uma pessoa num determinado sistema de estratificação social.
Em maio de 1953, Lourenço Carvalho de Oliveira, nascido na pequena aldeia de Vigia, no norte de Portugal, desembarcou no porto de
Santos, depois de onze dias de viagem na terceira classe do Vera Cruz. Em sua terra deixara a mulher e três filhos pequenos, vivendo graças à solidariedade de parentes e vizinhos. Foi morar de favor na casa de um primo e arrumou emprego como ajudante num bar. Economizou muito, mandou buscar a família e conseguiu, depois de anos de trabalho e
privações, abriu uma pequena venda em sociedade com um amigo.
 O negócio foi crescendo: primeiro uma mercearia, depois um mercado, a seguir outro e mais outro. Agora, 35 anos depois de chegar ao Brasil, o sr.
Lourenço é dono de uma grande rede de supermercados, tendo se tomado um dos mais influentes membros da Associação Comercial. Seus filhos têm curso superior e um deles é professor na Universidade de São Paulo.
Esse caso mostra que os indivíduos, numa sociedade capitalista, estratificada em classes sociais, podem não ocupar um mesmo status durante toda a vida.
É possível que alguns deles, que integram a camada de baixa renda (classe C), passem a integrar a derenda média (classe B). Por outro lado, alguns indivíduos da camada de alta renda (classe A), por algum acontecimento, podem ver sua renda
diminuída, passando a integrar a camada B ou C.

Tipos de mobilidade social

Vertical poder ser:
- ascendente(subida) - quando a pessoa melhora sua posição no sistema de estratificação social, passando a integrar um grupo em geral economicamente superior ao de seu grupo anterior;
- descentente(descida) - quando a pessoa piora sua posição no sistema de estratificação social, passando a integrar um grupo em geral economicamente inferior.
O filho de um operário que, pelo estudo, passa a fazer parte da classe média é um exemplo de ascensão social. A falência e o consequente empobrecimento de um comerciante, por outro lado, é um exemplo de queda social.

HORIZONTAL
Uma pessoa que muda de posição dentro do mesmo grupo social. Ex: Um jovem cientista(bolsista) que pretende ser um dentista(prestigio e mais rendimentos). A situação mostra uma pessoa
que experimentou alguma mudança de posição social, mas que, apesar disso, permaneceu na mesma classe social.


FACILIDADES, OPORTUNIDADES E RESTRIÇÕES.

O fenômeno da mobilidade social varia de sociedade para sociedade. Em algumas sociedades ela ocorre de maneira mais fácil; em outras, quase inexiste no sentido vertical ascendente. Em geral é mais fácil
ascender socialmente em São Paulo do que numa cidade do Nordeste.
A mobilidade social ascendente também é mais comum na sociedade americana do que no Brasil. Esse tipo de mobilidade é mais
intenso numa sociedade aberta, democrática - como os Estados Unidos, do que numa sociedade aristocrática por tradição, como a Inglaterra.
Entretanto, é bom esclarecer que, numa sociedade capitalista mais aberta, dividida em classes sociais, embora a mobilidade social vertical ascendente possa ocorrer mais facilmente do que em sociedades fechadas, ela não se dá de maneira igual para todos os indivíduos.
A ascensão social depende muito da origem de classe de cada indivíduo.
Alguém que nasce e vive numa camada social elevada tem mais oportunidade e condições de se manter nesse nível, ascender ainda mais e se sair melhor do que os originários das camadas
inferiores. Isso pode ser facilmente verificado no caso dos pretendentes aos cursos universitários. Aqueles que desde o início de sua vida escolar frequentaram boas escolas e, além disso, estudaram em
cursinhos preparatórios de boa qualidade têm mais possibilidade de aprovação no vestibular das universidades não pagas, federais e estaduais. É por isso que a maioria dos alunos das melhores
universidades são originários da classe média e da classe alta.
Alguém que nasce e vive numa camada social elevada tem mais oportunidade e condições de se manter nesse nível, ascender ainda mais e
se sair melhor do que os originários das camadas inferiores.

FONTE: WIKIPÉDIA PORTALIMPACTO.COM.BR

Pobreza: condição de nascença, desgraça, destino…
A pobreza é a expressão mais visível das desigualdades em nosso cotidiano. Ao longo da história, ela recebeu diferentes explicações, muitas das quais ainda permeiam nosso entendimento das desigualdades.
No período medieval, o pobre era uma personagem complementar ao rico. Não eram critérios econômicos ou sociais que definiam a pobreza, mas a condição de nascença, como afirmava a Igreja Católica, que predominava na Europa oci­dental. Havia até uma visão positiva da pobreza, pois esta despertava a caridade e a compaixão. E não se tratava de uma situação fixa, pois, como havia uma moral positiva, podiam ocorrer situações compensatórias em que os ricos eram considera­dos “pobres em virtude” e os pobres, “ricos em espiritualidade”. De acordo com essa visão cristã de mundo, os ricos tinham a obrigação moral de ajudar os pobres.
Outra explicação paralela, corrente no mesmo período, atribuía a pobreza a uma desgraça decorrente das guerras ou de adversidades como doenças ou deformidades físicas.
Isso tudo mudou a partir do século XVI, quando se iniciou uma nova ordem, na qual o indivíduo se tornou o centro das atenções. O pobre passava a encarnar uma ambigüidade: representava a pobreza de Cristo e, ao mesmo tempo, era um perigo para a sociedade. Sendo uma ameaça social, a solução era disciplina e enquadramento. O Estado “herdou” a função de cuidar dos pobres, antes atribuída aos ricos.
Com o crescimento da produção e do comércio, principalmente na In­glaterra, houve necessidade crescente de mão-de-obra, e a pobreza e a miséria passaram a ser interpretadas como resultado da preguiça e da indolência dos indivíduos que não queriam trabalhar, uma vez que havia muitas oportunidades de emprego. Essa justificativa tinha por finalidade fazer com que as grandes massas se submetessem às condições do trabalho industrial emergente.
No final do século XVIII, com o fortalecimento do liberalismo, outra justificativa foi formulada: as pessoas eram responsáveis pelo próprio destino e ninguém era obrigado a dar trabalho ou assistência aos mais pobres. Muito ao contrário, dizia-se que era necessário manter o medo à fome para que os trabalhadores realizassem bem suas tarefas.
Com base nas teorias do economista e demógrafo britânico Thomas Malthus (1776-1834), segundo as quais a população crescia mais que os meios de subsistência, afirmava-se que toda assistência social aos pobres era repudiável, uma vez que os estimularia a ter mais filhos, aumentando assim sua miséria. Posteriormente, apareceram recomendações e orientações de abstinência sexual e casamento tardio para os pobres, pois desse modo teriam menos filhos.
Em meados do século XIX, difundiu-se a ideia de que os trabalhadores eram perigosos por duas razões: eles não só poderiam transmitir doenças porque viviam em condições precárias de saneamento e de saúde, como também poderiam se rebelar, fazer movimentos sociais e revoluções, questionando os privilégios das outras classes, que possuíam riqueza e poder.




ATIVIDADE

01. (UFBA/2002) Leia o texto abaixo e indique a alternativa que você considera correta:

DESIGUAIS NA VIDA E NA MORTE - Jurandir Freire Costa
A morte de Ayrton Senna comoveu o país. O desalento foi geral. Independentemente do "big carnival" da mídia, todos perguntavam o que Senna significava para milhões de brasileiros. Por que a perda parecia tão grande? O que ia embora com ele? Dias depois, uma mulher morreu atropelada na avenida das Américas, Barra da Tijuca, Rio de  Janeiro. Ficou estendida na estrada por duas horas. Como um "vira-lata", disse um jornalista horrorizado
com a cena! Nesse meio tempo, os carros passaram por cima do corpo, esmagando-o de tal modo que a identificação só foi possível pelas impressões digitais. Chamava-se Rosilene de Almeida, tinha 38 anos,
estava grávida e era empregada doméstica. (...) pode-se dizer, de um lado, o sucesso, o dinheiro, a excelência profissional, enfim tudo o que a maioria acha que deu certo e deveria ser a cara do Brasil, do outro a desqualificação, o anonimato, a pobreza e a promessa, na barriga, de mais uma vida severina. O brasileiro quer ser visto como sócio do primeiro clube e não do segundo. Senna era um sonho nacional, a imagem mesma da chamada classe
social "vencedora"; Rosilene era "o que só se é quando nada mais se pode ser", e que, portanto, pode deixar de existir sem fazer falta. Luto e tristeza por um; desprezo e indiferença por outro. Duas vidas brasileiras sem denominador comum, exceto a desigualdade que as separa, na vida como na morte. Folha S.Paulo, 1994, p.6-15.

A desigualdade apontada no texto acima é:
a) Decorrente das oportunidades que existem, onde uns conseguem
aproveitar e outros não.
b)Resultado das diferentes possibilidades de mobilidade social que
existem para os homens e as mulheres na nossa sociedade.
c) Resultado de relações sociais de exploração e da participação
desigual na apropriação da riqueza gerada pela sociedade.
d) Resultado da posição que as pessoas ocupam na hierarquização da
sociedade em função das atividades profissionais que possuem.
e) Resultado da maior capacidade intelectual e da aptidão pessoal de
alguns em relação a outros.

02. (UEL/2004) Em 1840, o francês Aléxis de Tocqueville, impressionado com o que viu em viagem aos Estados Unidos, escreveu que nos EUA, "a qualquer momento, um serviçal pode se tornar um senhor". Por sua vez, o escritor
brasileiro Luiz Fernando Veríssimo, autor de O analista de Bagé, disse, em 1999, ao se referir à situação social no Brasil: "tem gente se agarrando a poste para não cair na escala social e sequestrando elevador para subir na vida". As citações anteriores se referem diretamente a qual fenômeno social?

a) Ao da estratificação, que diz respeito a uma forma de organização
que se estrutura por meio da divisão da sociedade em estratos ou
camadas sociais distintas, conforme algum tipo de critério estabelecido.
b) Ao de status social, que diz respeito a um conjunto de direitos e
deveres que marcam e diferenciam a posição de uma pessoa em suas
relações com as outras.
c) Ao dos papéis sociais, que se refere ao conjunto de comportamentos
que os grupos e a sociedade em geral esperam que os indivíduos
cumpram de acordo com o status que possuem.
d) Ao da mobilidade social, que se refere ao movimento, à mudança de
lugar de indivíduos ou grupos num determinado sistema de
estratificação.
e) Ao da massificação, que remete à homogeneização das condutas,
das reações, desejos e necessidades dos indivíduos, sujeitando-os às ideias e objetos veiculados pelos sistemas midiáticos.

03.Diferencie Estratificação Social de Mobilidade Social.

04. Quais os tipos de estratificação Social? Explique.

05. Desenhe a Pirâmide Social: das Classes Sociais, dos Estamentos e das Castas.

06. Relacione Estratificação com as Desigualdades Sociais.

07. “Umas das características fundamentais que distingue nossa sociedade das antigas é a possibilidade de mobilidade social.” Cite um exemplo para esta afirmativa.

08. Quais os tipos de Mobilidade Social?

09. 
Fale sobre as diferentes explicações dada pobreza ao longo da história.

10. Faça resumo, com as suas palavras, do texto acima .  O resumo deve ser crítico, isto é, ao final deves-se realizar um comentário abordando a sua opinião sobre o texto.


quarta-feira, 14 de maio de 2014

COLÉGIO PADRE LUIZ SOARES PALMEIRA
PROF.: MARIELLE                 DISCIPLINA: Sociologia
Nome : ________________________________________ Série 3ª ______

Obs. O presente trabalho deve ser entregue dia 22.05.14. Pode ser feito em dupla.  CAPÍTULO - 18

1 – Quais são os três significados da palavra cultura segundo Félix Guatari?
Ver página 171 Cultura-valor, cultura alma coletiva e cultura mercadoria -= explicar cada um deles.

2 – Por que, apesar das diferenças, não é aconselhável negar qualquer visão cultural das citadas na questão anterior?
Explicar porque não há superioridade cultural.

3 – Comente as conclusão a que chegou a antropóloga estadunidense Mead depois do estudo realizado com três tribos da Nova Guiné.
Que conclusões esta antropóloga chegou depois de ter analisado a personalidade de homens e mulheres,  o que faz com que as pessoas tenham personalidade diferente.

4 – Explique a definição de cultura segundo Claude Levy-Strauss.
O que que forma, ou seja, o que faz parte da cultura de um povo e  qual elemento cultural que foi percebido por ele em quase todas as cultuas.?

5 – Qual a relação do indivíduo com a cultura segundo Levy-Strauss tratada na citação das páginas 173-4.
Quando o indivíduo nasce, chega numa sociedade as regras estão prontas, precisa jogar dentro das regras, mas posui liberdade para jogar.

6 – Explique o que é etnocentrismo?
É um sentimento comum a todas as pessoas ao julgar as diferentes culturas.

7 – Qual a relação entre etnocentrismo e intolerância?
Está bem claro no penúltimo parágrafo na página 174.

8 – O que são culturas híbridas?
Basta você entender o significado da palavra híbrido e aplicar à questão cultural.

9 – Qual a relação entre o desenvolvimento das tecnologias e a homogeinização da cultura?
Como os meios de comunicação, principalmente, contribuído para que a cultura se torne cada vez mais homogênea?

10 – Qual o papel dos países centrais nas mudanças culturais.?
Como os países desenvolvidos tem influenciado os demais países no que se refere à cultura?

11 – Comente homogeinização e diversidade cultural.
Por que onde há uma não há a possibilidade de outra?

12 – Quais as implicancias disso?
Qual é o problema quando uma cultura não respeita a outra, se torna homogênea?

13 – Caracterize cultura erudita e cultura popular.
Explica a relação entre as classes sociais e sua visão cultural.

14 – Explique a concepção de ideologia em Comte, Marx.
Comte é bem simples, para  Marx como um sistema construído por uma classe como forma de impor sua vontade.

15 – Cite dois casos da nossa sociedade onde a ideologia se manifesta.
Pessoal. Pode ser o machismo, piadas, ditos populares.

16 – Comente a questão da ideologia com a necessidade de um curriculum vitae vitaminado.
A busca pela melhor performance que impede de vivermos.

17 – Dê exemplos de coisas fundamentais em nossa vida que não se resumem  à performance e ao sucesso.
Pessoal. A nossa vida não se resume a isso.

18 – Como seria seu curriculum morti, ou seja, a relação do que não deu certo em sua vida?

Pessoal

Atividade de Filosofia - 2º A

COLÉGIO PADRE LUIZ SOARES PALMEIRA
PROF.: MARIELLE                 DISCIPLINA: FILISOFIA
Nome : ________________________________________ Série 2ª ______

Obs. O presente trabalho deve ser entregue dia 22.05.14. Pode ser feito em dupla. Na mesma semana será aplicada mais uma avaliação objetiva.
 

1 –Caracterize quem eram os sofistas dizendo se em sua opinião foram vilões ou heróis.
2 – Quais as principais críticas feitas por Sócrates aos sofistas?
5 – Explique o método de Sócrates e por que foi acusado de corruptor da juventude
6 – Pesquise o que é o dualismo platônico.
7 – Por que para Platão a polis deveria ser governada por reis filósofos?
8 – Explique as principais ideias que Aristóteles discordava de se mestre Platão.
9 – Relate um pouco da biografia de Aristóteles.
10 - Explique o que é matéria e forma com exemplo que não seja o do livro.
11 – Explique o que é potência e ato em Aristóteles dando um exemplo que não seja o do livro.
12 – Explique o que é substância e acidente com exemplo que não seja o do livro.
13 - Explique as quatro causas dos seres segundo Aristóteles com exemplo seu.
14 – O que é o primeiro motor, segundo Aristóteles?
15 – Pesquise e conceitue Epicurismo, Estoicismo, Pirronismo e Cinismo.
16 – Durante a Idade Média a Igreja Católica representava a força política e espiritual deste período. A grande discussão da época era a relação entre razão e fé, entre filosofia e teologia. Destacam dessa forma duas tendências filosóficas: a Patristica e a Escolástica. Explique cada um delas.


sábado, 10 de maio de 2014

COLÉGIO PADRE LUIZ SOARES PALMEIRA PROF.: MARIELLE DISCIPLINA: SOCIOLOGIA Nome : ________________________________________ Série 1ª ______

 O QUE É SOCIOLOGIA ?
 Comecemos esta explicação analisando a realidade dos comportamentos. Há comportamentos como andar, dormir, etc. que são individuais e biológicos. Mas há comportamentos como casar, receber salário, fazer greve, etc. que são sociais. Enquanto o comportamento de um animal é puramente biológico, basicamente determinado por reflexos e instintos vinculados a estruturas biológicas hereditárias, o comportamento do homem, além de biológico, é também cultural. O pássaro João-de-barro faz sua casinha do mesmo jeito que fazia há milhares de anos atrás, sempre igual. Um leão do Brasil se comporta como um leão de qualquer lugar do mundo da mesma espécie. Já o homem se comporta de modo diferente de acordo com a sociedade em que ele vive. Enquanto o animal tem apenas a sua natureza, o homem tem a sua natureza e a sua cultura. Mas onde acaba a natureza e começa a cultura? O tema é polêmico e alguns estudiosos afirmam não haver limite rígido entre natureza e cultura. Como é que o homem passa do estado animal para o estado humano, ou seja, como é que ele sai do estado meramente biológico e passa a ser cultura social? Um indicador dessa passagem pode ser o regramento para o ato de comer (cozinhar os alimentos, usar talheres, etc.) e para a sexualidade (há uma tribo indígena onde o homem, antes de se unir a uma mulher, é obrigado a passar por um ritual no qual deve dar um soco num cacho de marimbondo. E se quiser trocar de mulher deve passar pelo ritual novamente. Isso evita abuso por parte do homem. Em nossa sociedade também há regras para a prática do sexo). Outro indicativo pode ser a construção de utensílios de trabalho. Outro pode Ser a criação da linguagem simbólica. Ou o surgimento da religião. Para Karl Marx (filósofo alemão do século XIX) é o trabalho que possibilita a distinção entre o natural e o cultural. Tudo o mais vem depois do início do trabalho, inclusive as relações de produção com. a dominação de um sobre o trabalho de outro.
 Somente na sociedade o individuo se toma humano. Ilustra isso' o caso de Amala e Kamala, Eram duas meninas que foram descobertas em 1920 numa caverna da índia, vivendo entre lobos. Um tinha 1 ano e meio e a outra tinha 8 anos de idade. Passaram a ser observadas pelos estudiosos. A mais nova não resistiu. A outra viveu mais 8 anos. Ambas apresentavam hábitos alimentares animalescos. Cheiravam a comida antes de tocá-la, dilacerando os alimentos com os dentes e poucas vezes fazendo uso das mãos. Possuíam aguda sensibilidade auditiva e desenvolvimento do olfato para a carne. Para se locomover apoiavam-se sobre as mãos e os pés. Kamala levou seis anos para andar ereto. Os animais entendiam-se bem com ela e não se espantavam. Esse e outros casos mostram que o indivíduo criado fora da convivência humana não se torna humano.
 A sociologia estuda: A mobilidade social! Os processos de cooperação/ A divisão da sociedade em camadas/ Os conflitos.
 As primeiras tentativas de estudo sistemáticas sobre a sociedade humana começaram com Platão em seu livro "República" e Aristóteles em "Política". São de Aristóteles as afirmações "O homem nasce para viver em sociedade" e "O homem é um animal social".
 Augusto Comte (1798-1857) é considerado o pai da sociologia. Foi quem pela primeira vez usou essa palavra. A princípio usou o nome "física social". Para ele os estudos das sociedades deveriam ser feitos com espírito científico e objetividade.
 Emile Durkheim (1858-1917) fez com que a sociologia passasse a ser considerada uma ciência e como tal se desenvolvesse.
 A sociologia parte do fato social. Por exemplo, existe um modo de vestir que é comum, que todos seguem. Isso não é estabelecido pelo individuo. Quando ele entrou no grupo, já existia tal norma e quando ele sair, a norma provavelmente permanecerá. A pessoa é obrigada a seguir o costume geral. São características do fato social: a. Generalidade: o fato social é comum aos membros do grupo. b. Exterioridade: o fato social é externo ao indivíduo, independe de sua vontade. c. Coercitividade: o individuo vê-se obrigado a seguir o comportamento estabelecido.
 As pessoas, em todo o mundo, vivem em grupo. Isso favorece os sociólogos, uma vez que as consequências da vida em grupo são o objeto de estudo da sociologia. O interesse pelos grupos é o que diferencia os sociólogos dos outros cientistas sociais. Entre outras coisas, os sociólogos querem saber: Por que grupos como a família, a tribo ou a nação sobrevivem através dos tempos até mesmo durante as guerras ou revoluções? Por que um soldado deve lutar e enfrentar a morte, quando poderia esconder-se ou fugir? Por que o homem se casa, quando poderia satisfazer seus impulsos sexuais fora do casamento? Que efeitos produzem a vida em grupo sobre o comportamento de cada um?
 http://aulasdesociologia1.blogspot.com.br/2010/04/o-que-e-sociologia.html
 De acordo com texto Responda: (Valor: 2,0)
 l.Diferencie comportamento biológico de comportamento social, dando exemplos.
 2. De acordo com o texto, diferencie o comportamento animal do comportamento do ser humano dando exemplos.
 3. Qual é a diferença entre natureza e cultura? Dê exemplos.
 4. Conforme o texto, quais os cinco indicadores da passagem do estado natural para o estado cultural?
 5. Qual o exemplo dado no texto de uma tribo para regramento da sexualidade?
 6. Para Karl Marx ° que faz a distinção entre o natural e o cultural?
 7. Descreva ocaso das meninas-lobo. O que ele demonstra?
 8. O que a sociologia estuda?
 9. Fale sobre os filósofos citados neste texto em relação à sociologia.
 10.Quais as características do fato social? Explique-as.
 11.Conforme o texto, quais as indagações dos sociólogos?
  P.S.: As questões podem ser respondidas em dupla. Mais depois da leitura do texto escreva um resumo sobre o texto individual com valor também de 2,0 pontos

Sejam Bem Vindos

Olá, alunos do Colégio Estadual Luiz Soares Palmeiras, como combinado criei esse blog para continuar nos comunicando além sala de aula. Nesse espaço estarei postando algumas avaliações para serem realizadas por vocês... principalmente neste período que estarei um pouco afastada de vocês... No decorrer dessa semana postarei as atividades de todas as séries só pedirei um pouco mais de paciência pois estou tendo algumas dificuldades nessa semana...bjin e ótimo estudos...